terça-feira, 4 de dezembro de 2012
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Bom fim de semana!
Há quase uma semana sem escrever, sem publicar e sem partilhar. Não é meu hábito, mas o impedimento temporário (espero eu!) de publicar fotografias obrigou-me a uma pausa no que ao blogue diz respeito. Mesmo depois de ter eliminado alguns textos mais antigos e bastantes fotografias, a mensagem continua a ser a mesma (Ups! Não tem mais espaço. Atualmente, está a utilizar 100% da sua quota de 1 GB para fotografias. Actualize o armazenamento). No entanto, e sem fotografias (ohhhh) devo dizer que o workshop de que tanto falei foi excepcional, em todas as vertentes. Pelo convívio, pela partilha de experiências relacionadas com a educação dos filhos, pelas dicas, conselhos e estratégias transmitidas e acima de tudo por tudo o que aprendi. ADOREI.
E ainda sem fotos (Ohhh), pretendo agradecer toda a atenção, simpatia e eficiência dispensados na confecção de um paninho muito especial, para a cozinha da Maria. A Constança é uma pessoa CINCO ESTRELAS. Adorei conhecê-la. Uma coisa é ler e comentar o seu blogue, outra coisa (bem melhor) é trocar emails e receber, em casa, uma encomenda de sonho, com um cartãozinho personalizado, escrito à mão, como eu gosto. Vê-se bem que faz tudo com amor e dedicação (a fita do embrulho é clara «made with love»). Mais uma vez Obrigada, Constança. És uma querida.
A seis dias de comemorar um dia muito especial na minha vida (Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias da nossa vida) e a quatro dias de regressar a uma cidade que adoro. Mal posso esperar por ver como está a menos de um mês do Natal.
A ver se depois duma semana que se espera especial, consigo a tão desejada publicação de fotos.
E porque os fins de semana sabem ainda melhor quando se aproxima o Natal, bom fim de semana!
domingo, 25 de novembro de 2012
Um ninho muito especial
Cresci e vivi vinte e sete anos na calma e no sossego desta aldeia. A casa dos meus pais dista do centro comercial mais próximo cerca de 15km. Há meia dúzia de anos abriu um banco, mas continua sem posto de correios, lavandaria e outros que tal. A praia fica a cerca de 12 km e para (quase) tudo é necessário ir de carro. Pode até estar ligeiramente melhorado no que respeita à rede de autocarros, mas no ano em que iniciei o ensino superior, apenas conseguia autocarro para a universidade, de manhãzinha e/ou ao final do dia. Apesar disso e passados três anos a viver bem pertinho de tudo, continua a ser especial vir aqui. E ao fim de uma semana sem passar em casa dos meus pais, o meu coração quase que rebenta de saudades. O meu estado de espírito altera-se, a minha disposição diminui e os sorrisos são praticamente inexistentes. É curioso como em determinado momento da nossa vida, a vontade de sair impõe-se e como, de repente, a vontade de regressar a toda a hora, é mais do que muita. As saudades de cada canto da casa. Do meu quarto. Da sala, onde a minha mãe montou a árvore de Natal, no sábado passado, com a minha ajuda e a colaboração preciosa da sua neta preferida. Do sotão, onde fazemos sempre as festas de aniversário e festejamos ocasiões mais especiais. Do jardim, onde durante anos cortei relva, arranquei ervas daninhas e aparei roseiras. Sempre por iniciativa própria e com um sentimento tranquilizador. Chegava a interromper os meus estudos para ir regar o jardim. E ainda hoje este cantinho me inspira, me tranquiliza e me aquece a alma.
Mas não é só a mim que este cantinho provoca sentimentos de alegria. A pequena Maria vibra com as visitas aos avós. Uma casa que em apenas dois anos foi acrescentando todo um conjunto de mobília nova, destinado exclusivamente à mais pequena. A casa dos avós foi ficando ainda mais bonita com os brinquedos da Maria. Num abrir e fechar de olhos, o chão da cozinha suja-se de giz; o chão do sotão cobre-se de brinquedos e a minha cama enche-se de bonecos.
E por falar em saudades e num cantinho tão inspirador, estou curiosa para ver o presépio. Mal posso esperar para ver a reacção da Maria. Pela primeira vez verá, com atenção, um presépio com musgo de verdade e repleto de peças decorativas. Não há santinho que falte, nem animal que fuja. Se num ano, por descuido, se quebra um, no ano seguinte há dois para o substituir! A magia do natal nasceu aqui e contagiou-nos, a mim e ao meu irmão. A minha mãe também adora o Natal. Delira com a casa cheia de gente e perde-se em pormenores decorativos. Principalmente agora, com a sua mais que tudo ♥.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Sim, há dias em que não sei mais o que fazer [birras]
Há dias em que ou sou eu que acordo sem paciência ou é a Maria que sonhou toda a noite no que fazer durante o dia para pôr os cabelos da mãe em pé! Ela grita, ela chora, ela exige, ela recusa, ela chega a querer levantar a mão... eu desespero, reflicto e concluo: é uma fase. Eu que me esforço todos os dias por educar da melhor forma, eu que até sou mãe menina e desço à tenra idade dos dois anos, rebolando no chão, brincando às casinhas, cantando, dançando e imitando as birras dela (adoraaa) e de repente vejo-me sem saber o que fazer. Eu que também digo não, que explico e argumento cada contrariedade e de repente vejo-me sem saber o que fazer.
Adoro ver bebés de gorro. Mesmo os bebés mais crescidos. Como é o caso da birrenta mais fofinha da sua mãe ♥
Amanhã estarei por aqui, na expectativa de aprofundar conhecimentos no que toca a parentalidade positiva; na expectativa de poder trocar opiniões, ouvir e aprender no que respeita à educação sem castigo, sem berro ou ameaça [se é que é possível]. Acima de tudo na expectativa* de aprender como controlar a nossa impulsividade e falta de paciência em cenas para as quais não educamos. Com o grande desejo de passar um dia em pleno, em que basicamente todos desejamos educar para a felicidade. Até amanhã e bom fim de semana.
[*na expectativa de conhecer algumas destas senhoras pessoalmente. Bloggers que sigo/leio quase diariamente]
[*na expectativa de conhecer algumas destas senhoras pessoalmente. Bloggers que sigo/leio quase diariamente]
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Fotografia
Hoje estive três horas, dentro duma sala, a ouvir falar de fotografia. Um curso de fotografia totalmente oferecido por estes senhores, mas certamente dirigido a um público, no mínimo, conhecedor dos termos técnicos. Mesmo assim deu para tirar notas e nalguns aspectos o curso até se revelou útil. Quanto mais não seja, por me lembrar que tinha dado jeito ler o manual do utilizador ainda antes da utilização da máquina. Mas eu, como sempre, começo pela experimentação e exploração total do equipamento e só depois tiro dúvidas. O mesmo aconteceu, por exemplo, com a máquina de secar. Passados três anos de ter adquirido a dita, decidi consultar o manual e seguir os conselhos dos diferentes programas. O lado bom é que ainda fui a tempo e actualmente há roupa que sai de lá e vai direitinha para o cabide. Mas continuando numa de fotografia. O interesse é relativamente recente. Apesar de fotografar há muitos anos, a paixão instalou-se desde que a Maria nasceu e se revelou uma modelo única e insubstituível. Além de colaborar, ela está sempre disponível, interessada e exibe expressões que tornam os resultados bastante motivadores. Aliado a este gosto por fotografar a pequena Maria, a aquisição de um equipamento fotográfico melhorado reforçou ainda mais este interesse. O curso de hoje surgiu como uma possibilidade de aperfeiçoamento, contudo, depois do que ouvi e do que aprendi vou continuar a fotografar em modo Automático, retrato e em dísparo contínuo. Em mil, uma há-de ter a qualidade desejada.
E ainda sobre fotografia, o blogger informou-me do limite de capacidade para publicação de fotos no blogue e o facto de ter atingido o respectivo limite. De maneira que esta-daqui terá que eliminar algumas fotografias já publicadas, para poder publicar novas. Começarei naturalmente pelas publicações mais antigas, mesmo assim, com muita pena minha, pois este cantinho tornou-se altamente especial também pelo facto de poder guardar aqui e rever, sempre que as saudades ordenassem, textos e fotos mais antigas. Mas não tenho alternativa. Ou isso ou deixar de complementar os textos com imagens [e há imagens que valem mais que 1000 palavras].
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Carta ao Pai Natal
Dia 11 de Novembro de 2012 será sempre recordado como o domingo em que a Maria dirigiu a sua primeira carta ao Pai Natal. Por iniciativa da amiga Carlinha, a Maria manifestou as suas preferências para este Natal e a Carlinha registou. O primeiro impacto foi risota total, depois a reflexão própria de quem tem uma criança tão pequenina à sua frente e se limita a pedir para este Natal: uma barrita Kinder, um queijinho, uma garrafa de água e uma camisola preta. Não me perguntem o porquê da camisola preta, até porque o preto não costuma fazer parte das minhas escolhas. Além disso, a Maria ainda confunde as cores, acertando mais vezes na cor de laranja, mas dando ideia de que o que agora é preto, daqui a dez minutos virou castanho ou roxo. E não me perguntem o porquê desta intenção em encher a nossa despensa. Por momentos fiquei a pensar que a minha filha tem noção da crise que o país atravessa.
A manhã de hoje foi passada a transcrever a carta original, para esta folha que o Toysrus disponibiliza a todos os clientes. Já vem com a morada do Pai Natal, basta apenas escrevermos o texto e colocarmos o remetente. Depois é só entregar nos CTT.
Para que a Maria tivesse um papel mais activo na escrita da carta ao Pai Natal fiz uma em que apenas aparecem as imagens que ilustram os seus desejos. Na outra carta, além de pedir ao Pai Natal a barrita Kinder, o queijinho, a garrafa de água e a camisola preta, a pequena Maria manifesta a sua intenção de dar ao Pai Natal, todas as suas chupetas, para que ele possa oferecer aos bebés, uma vez que ela já está crescida.
O marco de correio era muito alto. A Maria viu que não conseguia e em vez de pedir ajuda à mamã decidiu dirigir-se à porta. Entrou pelo próprio pé e enquanto eu retirava a senha para aguardar a vez, ela já estava de braço esticado, junto ao balcão e esforçando-se por entregar, em mão, a sua primeira carta ao Pai Natal. Foi com uma alegria imensa que vivi aquele momento. A Maria e a sua intenção, de enviar uma carta ao Pai Natal, podendo para isso passar à frente de toda a gente e interrompendo o atendimento de uma senhora, espalharam magia naquele local de trabalho. Em dias mais cinzentos, em que de facto por mais que se tente evitar, as palavras de ordem são crise, Troika e desemprego, as pessoas exibem expressões de desistência, frustração e pessimismo. Muitos dos que trabalham mostram-se exaustos, descontentes e revelam sorrisos que acusam um cansaço sem limites. É, muitas vezes, um esforço por manter aquilo que muitos desejam, mas de uma forma quase sobre-humana. Só há uma coisa no mundo capaz de desfazer uma expressão de aborrecimento, uma indisposição desmedida e um pensamento negativo: o sorriso de uma criança.
terça-feira, 20 de novembro de 2012
O lado comercial do Natal
No regresso a casa dum passeio que não passou do shopping, o balanço é positivo. Na agradável companhia da amiga D, almocei aqui. Conversa em dia e bora lá às compras de Natal. Isto sem crianças rende de caraças. Vai daí e rapidamente tinha todos os presentes de Natal comprados, para as crianças. Soube bem colocar mais uns vistos (oito) na minha lista de presentes. Entretanto surgiram mais algumas ideias para os cunhados, avós, entre outros. Mais dia menos dia regresso ao shopping com o intuito de finalizar este ciclo comercial. A D deu-me apresentou-me o Magia Pura. Já espreitei e gostei do que vi, especialmente do convite de aniversário com os corações e das caixinhas handmade. Mesmo a propósito.
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