quinta-feira, 8 de novembro de 2012

De camomila, disse ela


Vou muito poucas vezes ao cabeleireiro. Geralmente a cada ida uma dor de cabeça. O tratamento é óptimo e o atendimento também. Mas fico nervosa ainda antes de sair de casa só de pensar que me aguardam cerca de quatro horas pela frente. Acabaram-se as madeixas e acabou-se a preocupação de estar num cabeleireiro tanto tempo. Há tempos, a conselho do cabeleireiro, decidi que apenas iria cortar de dois em dois meses e as madeixas, na medida do possível e da minha vontade, seriam feitas apenas duas vezes no ano. Hoje cortei e estiquei. O meu cabelo é naturalmente ondulado, por isso, cada oportunidade que surge para ir ao cabeleireiro, estico.
Verdade seja dita, foi bem mais rápido, mais barato (importantíssimo nos dias de hoje) e gostei igualmente do resultado. Direi mesmo, naturalmente mais bonita. A filhota confirmou a minha teoria, do bonita, e serviu-me um chá bem quentinho quando cheguei a casa. De camomila, disse ela.



Não sou cliente muito assídua, mas quando saio de lá em dias como o de hoje, dá-me vontade de regressar muito em breve. 

Sobre aquele assunto

A ideia é gira. A Maria oferece a(s) sua(s) chupeta(s) ao Pai Natal em troca de um presente. O fundamental da troca é que ela perceba que ele não a trará de volta. O momento é oportuno. Mas confesso que o meu estômago já deu de si, tal é a ansiedade e angústia juntas. Isto não se faz. Não se faz. Mas alguém terá que fazer. Desejem-me sorte!


Primeiro esconde atrás das costas...


Depois pensa melhor, chucha mais um pouco e decide que dá...


E de seguida diz "Pai Natal qués a chupeta da Maria, qués? Ai qués qués!"


   


Muito sinceramente, assim que ninguém nos ouve, acho mesmo que não passou de uma brincadeira, com um final feliz. Não sou capaz. Pronto.

Coisas que eu não ensinei


Por aqui, com dois anos ainda se enrola o cabelo e não se larga a chupeta. O tique do cabelo eu não promovi, já o recurso à chupeta tenho que assumir a minha quota-parte. É um agradável recurso para qualquer mãe e que satisfaz a maior parte dos bebés, mesmo os bebés mais crescidos. Como é o caso. 


E por falar em cabelo, hoje menina mãe vai ao corte (coisa pouca) e menina filha safou-se, embora ela até manifeste interesse em ir ao cabeleireiro e cortar o cabelo. Decidi abusar destes lenços para que possa deixar crescer a franja. Logo vejo se gosto mais curto ou comprido. Para já deixa-se crescer.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Bolas, bonequinhos

Bolas (muitas), bonequinhos e luzinhas que tremem. Chegaram e vão ficar pelo menos até dia 6 de Janeiro de 2013.
Num dia frio e chuvoso, em que apetece muito acender a tão desejosa lareira, beber um chá quente e preparar umas deliciosas maçãs assadas para a sobremesa do nosso jantar.
A expressão da pequena Maria quando acendi as luzes da árvore de Natal jamais se apagará da minha memória. Será sempre uma boa recordação, para ela e para mim. Foi um momento mágico, indescritível e surpreendedor. Afinal, naquele brilhozinho do seu olhar entendi que para ela o Natal era ainda mais bonito, mágico e encantador.








Boa tarde!



Sim. É verdade que falta mais de um mês. Mas também já faltam menos de dois. 





Agora vamos à parte mais interessante para a pequena Maria: a decoração!!! Mal posso ver a reação dela. 
Há dois anos fiz a árvore entre as mudas de fralda, o dar de mamar e os pequenos sonos. O ano passado fiz a árvore a dizer "Não. Aí não, Maria"; "Maria não mexe!"; "Maria vai cair"; "Mariiiiiiia, cuidado" e sobretudo deixei a árvore nua até onde ela chegava. Para já só uma coisa a dizer. Fiz a árvore calmamente, com algumas observações dela, radiante com tudo, curiosa com a montagem deste pinheirinho e muito colaboradora. Há lá coisa melhor para se fazer em dias frios como o de hoje?!

Dos presentes especiais ao faz de conta

Há muito que pensávamos oferecer de presente de aniversário à Maria, uma cozinha. Não resistimos e demos-lhe ainda antes do dia de aniversário.  Esta cozinha é da coleção passada e talvez por isso tenha sido comprada com um agradável desconto.
É giríssimo ver a Maria a brincar ao faz de conta. A fingir que cozinha, que liga e desliga o micro ondas, sem esquecer o temporizador. É fantástivo ver como aplica em todas as suas brincadeiras aquilo que vê os adultos fazerem. É absolutamente fascinante constatar que nesta idade já é capaz de reproduzir, fingindo, o que aprende a cada dia que passa. O tom de voz com que conversa consigo própria simulando uma conversa entre amigas, quer ao telefone, quer simplesmente servindo um chá. É admirável cada momento destes e é definitivamente marcante e impagável poder assistir a todos estes momentos que fazem parte do crescimento da minha filha.




Ao segundo dia de brincadeira percebemos que a Maria não ligava muito ao fogão a gás. Usava preferencialmente o micro-ondas e o forno. Talvez por não identificar o fogão, uma vez que o da mamã é diferente (vitrocerâmica)


O pormenor da janela e da cortina e que eu acho verdadeiramente encantador, ainda que a vista desta não seja tão real como a da mamã.



A Maria adora limpezas e pede constantemente um pano para limpar. Quando fotografei não tinha o pano no sitio dele porque certamente a M fazia uso dele. Conto os dias para a chegada de um pano especial para esta cozinha igualmente especial. Mal posso esperar!



A cada dia que passava após a sua montagem, os presentes iam chegando e alguns deles compunham a linda cozinha.
A tampa do bule está guardada propositadamente. Mal recebeu este Tintea Set enfiou a tampa do bule na boca.




terça-feira, 6 de novembro de 2012

As terças especiais


As terças feiras são ultra especiais em nossa casa. Nem a chuva e o vento impedem que os frescos cheguem cá casa. É dia de comprar peixe e todos os ingredientes necessários para uma sopa fresca. Além de se poder saborear uma deliciosa sopa também se aproveita para congelar alguma, para os dias mais apressados.


Alguns dos legumes são de casa da bivó A. São duplamente especiais, pelo sabor e pelo significado. São cultivados e oferecidos com um adubo especial, o do amor.


Além disso é dia de pôr as roupas em ordem. Depois de passadas a ferro, organizam-se devidamente em cada armário. 



Enquanto vou guardando as roupas da Maria, ela vai andando atrás de mim, transportando todos os brinquedos possíveis e imaginários


Algumas destas tshirts foram presentes de aniversário da Maria


A ver se é desta que perde o medo dos cães. 
Gosto particularmente desta malha. Faz-me lembrar as camisolas que a minha mãe me fez durante a minha infância.