É verdade que todas as crianças devem fazer uma alimentação saudável. Também é verdade que os pais devem incentivar o bebé a comer sozinho. Eu tento, juro que tento. Mas ultimamente, no que respeita ao primeiro aspecto, confesso que a M tem comido uma barrita Kinder, dia sim dia sim não. Os dias em que esteve mais febril desenvolveram em mim uma maior permissividade e um sentimento de desculpabilização. Desde então é o que é. Quanto ao comer sozinha, a Maria já o faz desde que passou a acompanhar os pais às refeições. Assim que fez um ano a pediatra aconselhou a chamada «dieta familiar», a qual consiste basicamente em comer «de tudo», sendo que temos que estar mais atentos aos temperos e condimentos. Em boa medida reduzir o teor de sal, o que se revela importante para todos e nunca abdicar da sopa de legumes. Podemos então concluir que esta mudança no plano alimentar da Maria trouxe vantagens/ bons hábitos também para a restante família, a qual passou a ter maior cuidado nos cozinhados.
Preciso urgentemente de reforçar o stock de babetes tamanho XXL
Com a M a crescer a olhos vistos, esqueço-me frequentemente de levar babetes quando saio e mesmo em casa, por vezes, distraio-me deste pormenor que, digamos, pode fazer a diferença entre usar a mesma roupa um dia inteiro (ou não) e evitar o desgosto de uma peça nova com manchas difíceis de sair.
Durante o incentivo ao «comer sozinha(o)» ter em atenção:
- que ingerem a quantidade de alimentos necessária;
- que não desperdiçam comida de uma forma propositada;
- que têm o babete vestido!
E agora sim, bom apetite!
[Apesar da insistência da Maria «A Maria come sozinha», «A Maria come sozinha», ainda sou eu que dou a sopa. Se por um lado fico com a certeza que comeu a quantidade desejável, por outro também tenho a certeza que não houve desperdícios nem roupa suja]












