domingo, 23 de setembro de 2012

Tardes de Outono

Chegamos do aeroporto [boa viagem]. Lá fora chove que se farta. Ouve-se o vento e avistam-se árvores a dançar. O mar mostra-se agitado. Aqui dentro, no nosso maravilhoso aconchego as duas raparigas da casa deliram com o que podem fazer numa tarde de domingo bem à maneira do Outono. Mimo, muito mimo. Brinquedos espalhados pela casa. As duas a rebolarem no quarto dos brinquedos. A mais pequena em cima da maior, ambas deitadas no sofá da sala a verem quem faz rir quem.  Enquanto uma se passeia descalça [um dia ainda vou perceber o prazer que é andar sem meias pela casa] a outra bebe chá e lê mais uns capítulos do "Ninguém disse que isto ia ser fácil". E não é fácil não senhor saber que vai ser uma semana sem o papá [bom congresso]Mas vai passar rápido e não tarda nada somos três a rebolar pela casa e volta tudo ao normal que é como quem diz dois a desarrumar e uma, a mesma, a do costume, a pôr tudo no lugar. 




Enquanto isto vou ponderando a possibilidade de regressar à minha cama de solteira que em tamanho foi sempre de casal e desta forma diminuir as saudades do marido, tendo por perto os meus pais e o tio fixe  [era vê-lo emocionado, eu a lagrimar e o pai a sorrir quando ela se saiu com esta do tio fixe]. 


Bom resto de domingo e boa semana!

sábado, 22 de setembro de 2012

De regresso à natação

Alegria alegria. Voltaram os sábados de manhã e as braçadas à séria. De regresso à piscina, às aulas de natação, às cenas do costume [sugeri ao professor que guardasse o escorrega durante a aula, para o bom funcionamento desta], às brincadeiras entre amigos, aos abraços e beijos na água, aos acenos constantes para a bancada [avó M] e às gargalhadas doidas sempre que poisa o rabo naquele [maravilhoso, diz ela] escorrega. 


Tão menina

A Maria e a vaidade nasceram de mãos dadas. A mãe cultiva e [alguns] sábados são passados a tratar dos pés e das mãos. O resultado? Este sorriso mailindo e uma mãe eternamente babada apaixonada.





E de cuidados de beleza percebe ela. Há dias descolou um código de barras do quadro de giz, colou-o na perna da avó A, descolou-o rapidamente e disse ao mesmo tempo "tira pêlo".





[É muito observadora e a prova disso é que quando faz companhia à mamã nos gabinetes de estética, nada lhe passa ao lado]

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

«Running mom»

Lá diz o ditado que quem corre por gosto não cansa e é mesmo verdade. Às vezes acontece o jantar ficar pronto nesta casa ainda a meio da tarde. Tudo isto para poder dar a minha corrida ao final do dia que é quando chega dom marido a casa. A vida organizada é outra coisa. Ter a casa  [minimamente] arrumada [com crianças minimamente significa  muito], o jantar pronto, a fofucha com o duche tomado e a sopa dada  [por vezes o pai fica a dar], a minha corrida sabe ainda melhor. A minha cabeça relaxa o dobro e o corpo agradece a mil. Como eu gosto de ter tudo devidamente organizado. Nisto somos completamente incompatíveis [Para quê arrumar os brinquedos se a Maria os vai espalhar de novo? Para quê guardar os sapatos se os vou calçar amanhã?...] 
Há dias em que tem a sua piada. Outros nem por isso.









quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Preocupações [de mãe]

Há dias em que acordo especialmente perturbada com situações que dependem muito de mim. 
É o caso disto


e disto


Parece-me tudo menos fácil. A consciência começa a ficar pesada sobretudo no que respeita às primeiras. O tempo passa, e se por um lado continuo a achar a minha bebé uma bebé, por outro lado ela já está crescida o suficiente e com um entendimento capaz para podermos pensar [e insistir] no assunto. Mas tenho que admitir que tem sido [bem] mais fácil mudar fraldas. [Respirar fundo]
Já as chupetas que parece multiplicarem-se nesta casa [e no carro e no carrinho de bebé e em casa das avós e mais não sei onde] não é que façam tanta confusão, mas dá-me arrepios só de pensar que um dia as vou ter que negociar. É tão bom vê-la deliciar-se nelas e ouvir o barulhinho encantador que só os bebés conseguem fazer enquanto chucham. [Respirar fundo]
E serão estas preocupações verdadeiras preocupações? Olhem, acho que não.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

O quarto da Maria

Quando comprámos a cama (e cómoda) para o quarto da Maria ficámos indecisos entre a de 60x120 e  70x140. O papá esteve sempre mais inclinado para a maior. Já a mamã considerava que a maior poderia trazer dificuldades em conseguir lençóis, edredons e colchas para aquele tamanho. Assim, primeiro coube-me a tarefa de procurar saber a facilidade com que arranjaria roupa de cama e só depois a compraríamos. Gostei tanto dos padrões da  Tuc Tuc que decidi fazer os lençóis, o edredão e o resguardo por medida, segundo escolha prévia, em catálogo. Também comprei tecido casca de ovo e mandei fazer, a meu gosto, mais dois jogos de lençóis. Sendo assim acabámos por comprar uma cama da Kub 70x140. O pior foi quando descobri que a Zara Home[onde me apetece entrar muitas vezes de carrinho de continente e encher encher encher de velas, molduras, lençóis, almofadas entre outros, apenas tem disponível o tamanho 60x120] . E eu, como se não tivesse percebido à primeira "Mas tem a certeza?" "E não acha que eu eventualmente conseguirei usar este tamanho numa cama de 70x..." A menina tentou ajudar dizendo que  ao comprimento daria se eu deixasse o lençol bem para baixo e colocasse a almofada encostada à cabeceira. A ideia que passava era meramente decorativa e não falta de tecido. O grande problema seria a largura. Portanto, lá vim eu muito triste. Acabei por mandar fazer uma capa de edredão (branca) e enchimento na Piubelle, por medida e fiquei satisfeita. Mas continuo triste  e decidida a fazer um abaixo assinado  [mentira]  para os senhores da Zara passarem a comercializar os bonitos edredons, as lindas colchas e os lençóis a combinar, para caminhas mais espaçosas, como a da Maria. Enquanto não há, lá me vou consolando com as almofadas, as molduras e os peluches mais fofos.
















segunda-feira, 17 de setembro de 2012

E assim terminou o nosso fds

Para a maioria das famílias as férias já terminaram, mas os domingos podem continuar a ter sabor a verão, sobretudo se o tempo deixar. Assim aconteceu connosco. Ontem, a manhã foi passada no golfe e  a boa disposição e o divertimento imperaram. Uma verdadeira risota sempre que o papá batia uma bola porque a Maria gritava "goloooo" e dizia "boaaaa". Galhofa total! Também ela teve direito a um ferro, com tamanho adequado à sua faixa etária. Giríssimo! Confesso que não só achei giro como também fiquei com o bichinho a moer. Tenho para mim que daqui a dois anos estou a inscrvê-la no golfe. A idade mínima dos praticantes da modalidade no clube é de quatro anos. Além de ser uma modalidade que permite o desenvolvimento de imensas capacidades, o espaço onde se realiza é altamente apelativo.   O clube de golfe tem vários pontos de interesse além do próprio golfe. Para além de ter uma piscina, conta ainda com restaurante/bar e uma sala destinada aos mais novos onde é possível, entre outras coisas, jogar playstation. Quer-me parecer que os próximos fins de semana serão passados aqui.



































Almoçámos na pizzeria preferida dos papás, na praia da Aguda (favorita da Maria). A Maria foi molhar os pés ao mar e o papá viu-se aflito para a convencer a vir embora. Sim, porque a mamã preferiu ficar a assistir, da esplanada.
Boa semana!