terça-feira, 19 de junho de 2012

O 30 está mais bonito ;)

Agora sim é a minha cara!
Era isto que eu queria!
Evito descrições porque as fotos falam por si!
Graças à minha persistência e colaboração (e paciência) do meu big bro, o 30 está como eu tanto queria - lindo!



segunda-feira, 18 de junho de 2012

Há dias assim

Muito bons. 
Com o sol a ajudar, a boa disposição a tomar conta de nós, o nosso amor a crescer cresce todos os dias, embora eu ache sempre que já não há espaço para crescer mais, e um sem fim de pensamentos felizes que traduzem apenas uma expressão Não sabia que ser mãe era tão bom!



domingo, 17 de junho de 2012

Domingo de manhã #3 [mum and dad ♥ me]

E eu que pensava que depois dos bebés se habituarem ao sono de 8 a 10 horas seguidas, não mais voltariam a acordar duas e três vezes durante a noite, a chamar mamã, mamã, qué mamã, qué mamã... salvo uma gengivite, bronquiolite, otite e outras terminadas em ite.
Que enganada que eu estava.
Há mais de uma semana que os sonos cá em casa andam de candeias às avessas e estamos por dias para pedir socoooorro à avó M.
A ansiedade por falta da chupeta, a insistência pelo uso do redutor, a mudança de quarto... nada disto está em causa.  A Maria mudou-se definitivamente para o seu quarto aos 3 meses; a chupeta e o largar as fraldas são situações que nada me preocupam e portanto não tenho sequer exigido nada neste sentido. O pai acusa o excesso de mimo, a inteligência crescente da filha por um ninho melhor que o dela, o dos pais, onde acaba sempre por ficar depois daquela carinha de bambi acompanhada pelo choro de bebé mimada. 
Mas depois amanhece. E é domingo. Dia de bons passeios de bicicleta, de papás 100 % disponíveis, de brincadeiras na areia, de abraços e beijos molhados, de mãos e pés sujos, de estrear a t shirt mailinda [mum and dad ♥ me], dia de esquecer que a noite passada foi cansativa e dia de recarregar energias para resistir à ansiedade que tende a chegar sempre que a noite se aproxima.











sábado, 16 de junho de 2012

And the Oscar [Pieguice] goes to...


... para mim que eu não me importo nada.
E por mais que o cansaço se tenha apoderado de mim e do pequeno paraíso que tenho à minha espera, eu quero que o tempo passe devagar. Quero muito poder viver cada minuto à minha maneira,  apreciar cada segundo do crescimento do Meu Amor Maior, aprender com os erros, amadurecer com eles, vivenciar momentos únicos e irrepetíveis (na vida, em família e não só). E é em família que me sinto bem, que me sinto protegida, amada e elogiada. É um tesouro que se descobre ao longo da vida, sobretudo naqueles momentos em que estamos off
[Que a minha filha, um dia, goste tanto de mim, como eu da sua avó. Que precise de mim e eu possa estar lá, como está a sua avó. E que tenha o dom da mãe de falar, de dizer, de chorar (rir já vimos que tem) e de desabafar. Faz tão bem! ]  


sexta-feira, 15 de junho de 2012

Sesta à sexta

Eu deito-a na posição "normal", mas ela insiste que quem manda na sua cama e no seu sono é ela e só ela. Faça-se a sua vontade!!






E por falar em coisas estranhas, a cama da Fofucha tem a sua impressão dental. Mal apareceram os primeiros dentes, ela descobriu algo que a satisfazia na perfeição. Qual chupeta, qual anel especial para acalmar as gengivas, com ou sem relevo... a cama era o seu verdadeiro anestésico. E aqui ficaram as marcas, para mais tarde recordar. 




Ah e já que estamos numa de sono, cama de grades e coisas estranhas, saudades dos tempos em que não era necessária a grade, o colchão podia estar bem alto e até a podiamos pôr a fazer a sesta no sofá.


Há dias saltou da cama, em casa da vovó. Nesta cama já não é possível subir mais a grade, nem descer mais o colchão.
Se doeu ou não ninguém sabe. Ela foi ao encontro da avó, à cozinha e de seguida levou-a até ao quarto, explicando-lhe como fez. Não sabemos se rimos ou se choramos!








quarta-feira, 13 de junho de 2012

Alegria é isto!

(A seleção ganhar e esquecer, mais uma semana, da troika e dos troikos)

É sair em trabalho, num passeio escolar e a determinada altura avistar um carrinho de bebé que me é familiar, a sogra, o sogro e... "É a minha filhaaaaa". Salto da fila, onde acompanho e dou o exemplo às crianças, de boas maneiras e saber estar, contrariando qualquer regra de bom comportamento e mostrando aquilo que eles nunca deveriam fazer, para ir ao encontro da minha Mais-que-Tudo, abraçá-la como se não a visse há dias (tinha dado o último beijinho ao deixá-la antes de sair para o trabalho, por volta das 7h35 e eram mais ou menos 11h).
Cada vez que a avistava queria correr muito até ela, passeá-la, mas tinha noção que eu estava ali em trabalho, a acompanhar um grupo de (quase) 300 crianças. E ela estava ali para passear com os avós, para mimar muito o avô M no dia do seu aniversário, para dar beijinhos na vovó A e para conhecer e ver alguns animais ao vivo, pela primeira vez.
Por isso, contive esta emoção forte, a de saber que estaria por mais umas horas no mesmo espaço, mas sem poder chamar a sua atenção, sem lhe poder dizer vezes sem conta ACÔ e sem a poder abraçar. 
Às 3h da tarde morria de saudades, questionava-me se já teria ido embora, se já dormiria a sesta, se ainda estaria por ali e lembrava cada segundo do momento em que a avistei! Uma alegria!!!
Também imaginei que daqui a 4 anos será ela, de mochila às costas e mão dada ao seu colega, na fila, ali, a dar outro valor àquele passeio, a observar tudo de maneira diferente e provavelmente sem se lembrar de ligar à mãe ou enviar um sms a dizer "Chegamos. Está tudo bem. Beijinhos". E eu, de coração aos saltos a pensar "Será que está bem, será que está a gostar, Será que já lanchou?"





(Fotografei o carrinho de bebé, mas a vontade era entrar pelo bar dentro,  invadir a esplanada e dizer "AQUIIIIIIIIIII", como ela faz quando acha que já não a vemos há algum tempo)


(Fotos captadas do blackberry)