quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

P de pai e p de porreiro

Ainda não tinha escrito sobre o marido, mas tendo o blogue apenas 2 dias de vida há que dizer "não faltarão oportunidades". E a oportunidade surgiu. Cá está ela. O marido conseguiu aquilo que ninguém conseguiria. O meu verdadeiro génio da informática acabou de recuperar o post anterior "Eu e o marketing" quando este já tinha sido eliminado, por engano, esvaziado da lixeira, transformado num copo, numa garrafa ou numa capa A4 de papel reciclado. O meu génio da informática recuperou de uma forma milagrosa no sentido mais literal possível o referido post, depois de me avisar que eu tinha duas mensagens repetidas no "30 anos e um blogue" (ele lê - gostei!). E eu disse "repetido? não pode ser!" mas lá fui ver e para além de estarem repetidos, tinha desaparecido um texto e não havia forma de o recuperar. ".... isto não está acontecer. Tenho mesmo. Ajuda-me. Que horror. Que coisa feia. Que estupidez. Como se muita gente passasse por cá. Vai daí fiz todos os "retroceder" possíveis e imaginários e... nicles! Eu já quase a desmaiar de desgosto e ele com toda a calma e paciência do mundo abre e fecha janelas e só percebi uma coisa no meio de tanta habilidade recuperou o dito cujo quando se pôs offline. 


P.S) Não vale a pena dizer "o que ele fez foi...." não, não vale mesmo a pena. Ninguém conseguiria tal proeza, ninguém. Tenho para mim que o sucessor de Steve Jobs mora cá em casa.

Eu e o marketing





Acabaram-se os lenços de papel lá em casa (na carteira e no carro). Ontem éramos 3 a assoar e esgotou-se o armazenamento dos "renova". Hoje fui comprar, na minha fantástica hora de almoço e fui levada pela estratégia de marketing do supermercado. Guloseimas e mais guloseimas junto à caixa. Eu aos murros com eles e eles muito mais fortes do que eu e eis que saímos de mãos dadas



Mas hoje tinha mesmo que ser. São 17h25 e estou prestes a iniciar uma formação que não sei quando terminará. Provavelmente pouco faltará para completar as 12h aqui. Então, com os Schoko-Bons a formação será mais doce.

Vantagens e desvantagens de se trabalhar na cidade




Então é assim: cidade só mesmo para passear. Não me dou com a confusão, o trânsito, as mega construções, a indiferença das pessoas que se cruzam na rua e mais e mais e mais. Sou pessoa para me cruzar com alguém na rua e mesmo não conhecendo dizer "Bom dia" ou "Boa tarde". Uma verdadeira camponesa. Gosto disto. Mas, trabalhar na cidade é fixe. Há tudo ali ao lado. Em 1h é possível almoçar, dar duas de conversa com alguém que já não víamos há muito tempo, abastecer o depósito, registar o euromilhões, fazer um favor ao mano, resolver situações administrativas inerentes à profissão... e chegar ao local de trabalho com 10minutos de antecedência. Eu sei que não é para todos, mas é para mim que sou um verdadeiro falcão-peregrino. Este ano, pela primeira vez, as compras de Natal foram feitas calmamente e com a devida antecedência, muitas delas nesta magnífica hora de almoço. Infelizmente há 5 centros comerciais e uma amostra ali ao lado.  
A principal desvantagem é mesmo o trânsito que, graças à época de exames da faculdade, não tem sido problema. 




P.S) Também vivia numa cidade, desde que pequena e com vista para o mar.

Leitura em dia #2

Afinal "Os pilares da terra" já estão cá em casa (há já algum tempo) diz o marido.
Entretanto já há mais um em vista


parece que dá vontade de chorar. E se dá vontade de chorar eu choro.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Leitura em dia

A leitura está em dia, obrigada. Aqueles 45 minutos de manhã são sagrados e à custa disso concluímos com prazer 


continuamos numa de Kepler com




e quando terminar mudaremos de registo (já está cá em casa) por curiosidade (não conheço) e porque a crítica enaltece




Há já algum tempo que este nos acompanha, aliás deita-se e levanta-se connosco diariamente, mas ainda não trocámos impressões. Será para ler paralelamente a um dos outros


E ainda temos em vista este (que ainda não mora cá em casa)



E sobre livros temos que assumir uma "panquinha". Quase toda a gente aproveita o facto de ter amigos, familiares, etc e tal com livros que pretendem ler e pedem emprestado. Mas eu não gosto muito. Por um lado, porque adoro pôr o livrinho na estante no final da leitura, poder olhar para ele e dizer "já te li" e, por outro, porque também não gosto de emprestar. Sim, um tanto ou quanto bruta na expressão e na atitude, mas é certo que já perdi uns quantos. Reside em mim um sentimento de "emprestadado", em que mal o estou a passar para o outro lado parece que dentro de mim nasce uma tristeza que me leva a dizer muito baixinho "Adeus, foi bom ter-te connosco".
Portanto façam o favor e não digam "eu tenho, queres que te empreste?" é que forçosamente direi "está bem".


P.S) O maridão é completamente o contrário. O que é perfeitamente normal, porque quase toda a gente lê livros emprestados. 


Faz sexta feira 2 semanas

2 semanas e ainda nada. Nada como quem diz correspondência nichts. Ainda não recebi qualquer notificação que me iniba ou ameace a inibição de condução nos próximos meses. E porque foi divertida (dizem elas) a forma como fui capaz de descrever aquela situação, aqui fica para a posteridade.




Uma manhã de Reis, no mínimo, diferente...


6 de Janeiro de 2012; 10h35 iamos nós fresquinhas como alfaces, pela A29 na direção Espinho Porto e avistámos um carro na berma com uns cones alaranjados a fazer de contorno de segurança. Digo eu “coitado este avariou aqui. Vá lá que pelo menos deu para encostar”. Continuando a viagem que tinha tudo para ser fantástica, com um sol maravilhoso avistámos um senhor policia de moto, encostado na berma e que decidiu arrancar logo que nós passámos. Digo eu “ei lá se calhar é melhor irmos mais devagarinho”. Vai daí o senhor polícia decide ultrapassar e digo eu novamente “pois está claro vou tão devagar que até o senhor polícia decidiu ultrapassar”. Mais um bocadinho atrás da mota, a pensar deve ser tão fixe andar naquela motona e eis que o senhor polícia levanta a mãozita e eu digo “Ora bom dia para si também!” e continuamos até que o senhor polícia decide novamente levantar a mãozita e abaná-la muuuuito e eu digo: “Mas que agente da autoridade simpático. Deve ser por ser Dia de Reis!”
Mentira! Percebi logo que tinha feito m****, mas continuei tranquila.
Perto da próxima saída eis que o senhor policia dá pisca e eu pensei ora vamos nós também dar pisca porque parece que vamo-nos cumprimentar pessoalmente. E assim foi... quer dizer, mais ou menos. Quem nos veio cumprimentar foi outro agente da autoridade e a motita regressou à A29 para levantar a mãozita a mais gente. Um cumprimento que nos valeu 120€ e esperemos que fique por aqui. É que na verdade a minha manhã depois disto foi a pensar. Pensar é ser simpático porque na realidade foi a fazer um esforço mental ENORME para perceber como será a minha vidinha sem carta, no mínimo, um mês! Esperemos que esta história que marca o início de 2012 fique apenas pelos 120€. Já não era mau.
E aquele coitado lá encostado afinal não estava avariado. Era um fdp com radar!!!
E vamos então agora passear, a pé e de carrinho (de bebé) tirar muitas fotografias à beira mar porque o dia hoje está a pedi-las!

A motivação dos 30

Sim, porque todos nós sabemos que não é todos os dias que se fazem 30 anos. Aos 30 atinge-se aquele ponto "de açúcar" para os lambareiros e "G" para quem gosta de saborear outras coisas em que os objectivos são claramente diferentes dos que existiam há meia dúzia de anos atrás. Aos 30 já nos podemos considerar (minimamente) realizados e aos 30 ainda podemos sonhar com muitas coisas. Aos 30 já podem existir crianças e aos 30 pode-se muito bem pensar em mais crianças.
Mas aos 30 também se pode ser criança e pedir uma prenda de aniversário como se pediria com menos 15. É esta, vês?


 P.S) Aos 30 jamais se perde o bom gosto!